O PREMIO CARA DE PAU DA SEMANA VAI PARA... - GUGA NOBLAT

04/11/2017

04/11/2017
FONTE - BLOG DO NOBLAT


O prêmio Cara de Pau da semana vai para ...
A ministra sacou o pior argumento para tentar ganhar o salário de marajá. Disse ela que essa situação, "sem sombra de dúvidas, se assemelha ao trabalho escravoA ministra Luislinda Valois, dos Direitos Humanos, virou a piada pronta da semana.

Ela queria, além do salário integral de ministra, o dinheiro que receberia como desembargadora aposentada. Num total de R$ 61,4 mil, o que extrapolaria o teto constitucional que limita os salários pagos com dinheiro público.

Não satisfeita, a ministra sacou o pior argumento para tentar ganhar o salário de marajá. Disse ela que essa situação, "sem sombra de dúvidas, se assemelha ao trabalho escravo, o que também é rejeitado, peremptoriamente, pela legislação brasileira desde os idos de 1888 com a Lei da Abolição da Escravatura".


NOSSO COMENTÁRIO:

A senhora Luislinda, que de linda não tem nada, conseguiu se tornar na personagem da semana, nessa grande pisada de bola que foi sua declaração inoportuna e infeliz.

Seria trágico, se não fosse tão ridículo.
Tipos como Luislinda habitam noutro universo, geralmente centrado em Brasilia, uma ilha da fantasia, onde todo mundo é servidor público, ganha bem, possui estabilidade no cargo portanto a salvo dos cortes que atingem os infelizes sujeitos às intempéries da economia e das crises.

Chega a ser natural que o habitante desse mundo à parte, longe da realidade brasileira, sobrevivendo com salário minimo de $ 937, deduza estar sendo injustiçada/o por ser atingido pelo teto salarial.
Ora, se o que recebe é pouco, melhor faria a snra. Luislinda e outros que tais, se simplesmente apresentasse seu pedido de exoneração do cargo, visto estar sendo submetida ao gravame do "trabalho escravo" voluntário.
Mas nesse universo ninguém larga o osso. É ruim, "ganha-se pouco", não é divertido, mas dali não sai, dali ninguém lhe tira, como reza a marchinha carnavalesca.

E dizer que a veneranda senhora é ministra dos "direitos humanos", bá!